Na madrugada de 11 para 12 de maio de 2026, um grupo de mais de 11 pessoas invadiu uma obra pública em Niterói usando dois caminhões e três veículos de apoio — alguns integrantes disfarçados de operários. O vigilante do canteiro foi rendido e agredido, e o grupo levou equipamentos e materiais.
Em setembro de 2026, a Polícia Militar recuperou uma retroescavadeira furtada de uma construtora em Duque de Caxias — o equipamento foi localizado em Nova Iguaçu, no bairro Jardim Alvorada. Furto de maquinário pesado é um dos alvos mais valiosos num canteiro, justamente por ser difícil de recuperar depois de removido do local.
O caso de Niterói chama atenção pela sofisticação: veículos de apoio, disfarce de operários e ação coordenada de madrugada — não é um furto oportunista, é uma operação planejada visando um momento específico de menor vigilância.
É exatamente esse tipo de cenário que reforça os limites de um vigia solitário no canteiro: uma pessoa, por mais atenta que seja, não tem como reagir a um grupo armado de 11+ pessoas chegando de forma coordenada. A resposta precisa vir de fora do canteiro — de uma Central que já identificou o padrão de movimentação suspeita e aciona apoio antes do grupo conseguir agir.
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